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Fogo sagrado: a técnica
(continuação - parte 2)

 

 

O SEXTO SENTIDO

O Universo nos dotou de 6 sentidos para podermos caminhar e crescer na Vida : aqueles cinco que aprendemos na escola (audição, tato, paladar, visão e olfato) e o sexto – chamado de mediunidade, intuição, paranormalidade, sensitividade e percepção extra-sensorial -  que nossa cultura (e sua religião dominante) suprimiu.   
Se a perspectiva milenar da maior parte da Humanidade – agora amplamente corroborada pela Física Quântica – é de que a Existência é multidimensional, a função do sexto sentido é possibilitar-nos o acesso consciente a esta vida multidimensional.   
Da mesma forma que cada sentido pode experimentar uma gama bastante ampla de sensações, percepções e funções , com o sexto sentido dá-se o mesmo.
Já dissemos anteriormente que Allan Kardec e o Espiritismo, a Umbanda brasileira, o Candomblé, e os xamãs e pajés, utilizam de diferentes formas – ou com diferentes “especializações“ - o sexto sentido.  
A canalização é uma outra forma ainda de se utilizar o sexto sentido.  
Quando, por exemplo, estamos fazendo Fogo Sagrado, captando conteúdos psico-emocionais (corpos energéticos), o terapeuta sensitivo está canalizando – e a canalização é sempre uma atividade absolutamente consciente.  
A mediunização – utilização do sexto sentido para interagir com a dimensão dos espíritos desencarnados – que pode ser consciente ou inconsciente, atua em áreas do cérebro e do corpo de energia, diferentes de onde atua a canalização. São diferentes níveis e funções.  
O sexto-sentido não é um dom, não é um privilégio ou capacidade de apenas algumas pessoas especiais.   
Também não é um poder sobrenatural (como são os siddhis do Yoga). Ao contrário, é um sentido natural que está mais ou menos adormecido em nós e em nossa cultura (diferente do que ocorre nas culturas orientais e xamânicas).   
Allan Kardec já havia dito isto em relação à mediunidade: todos somos médiuns.
O que poderia ser considerado um “dom“ (mas que na verdade é o resultado evolutivo que vem trazido de vidas passadas) é a super-utilização do sexto sentido.   
Por exemplo, com relação à vidência. Existem dois tipos de vidência: a vidência de olhos abertos e a vidência na tela mental (que pode ser de olhos abertos ou fechados).  
Qualquer um, mediante treinamento correto, pode (re)acordar a vidência na tela mental. Qualquer um pode aprender facilmente a acessar outras dimensões através da tela mental.   
Agora, a vidência explícita de olho aberto (ver desencarnados de olho aberto, por exemplo) embora possa ser desenvolvida mediante árduo treinamento, normalmente é fruto espontâneo do desenvolvimento do sexto sentido em tempos passados, que aparece nesta vida como um dom.

O CORPO ENERGÉTICO        

Corpos Energéticos (que também poderiam ser chamados de Corpos Quânticos) são como que invólucros energéticos (psico-emocionais) criados pelos seres humanos a partir de suas experiências de vida(s), a fim de se proteger do sofrimento e das lembranças e registros dolorosos e traumáticos, mas que, em contrapartida, também servem para inibir, bloquear e sub-utilizar suas potencialidades ao longo de uma ou mais vidas, fazendo com que padrões desarmônicos oriundos de seus sistemas de crenças influenciem negativamente o seu comportamento não permitindo a manifestação da sua verdadeira Essência: a Unidade e a Felicidade.
O desequilíbrio energético primordial, que pode se desdobrar em inúmeras formas de doenças (físicas, psicoemocionais, comportamentais, sociais) nada mais é do que a nossa ignorância (que os hindus chamam de avidya) acerca desta verdadeira Realidade Una que já somos.  
Este desequilíbrio cria uma quantidade enorme de “personagens” em nossa existência, permitindo que estes interajam, se manifestem, interferindo no nosso comportamento e nos induzindo a atitudes contrárias a nossa vontade mais pura.
A esses personagens damos o nome de corpos energéticos.
Os corpos energéticos, ao contrário do nosso corpo físico, são abstratos, não podendo ser tocados, mas sentidos. Nosso corpo físico é como uma veste sobre o agrupamento dos vários corpos que formam o nosso complexo psico-emocional e energético.  
Esses corpos energéticos em conjunto, constituem a nossa personalidade e o nosso caráter.São como que unidades psico-emocionais (atuando nos níveis astral e mental) que se constroem a partir de vivências prazerosas ou dolorosas ao longo de toda a(s) nossa(s) vida(s).
É importante frisar que muito antes de manifestar seus pensamentos (para isto você precisou nascer e aprender a falar) você já sentia. Desde que seu sistema nervoso central começou a ser formado no útero da sua mãe, você começou a sentir. E começou a registrar informações psico-emocionais em seu inconsciente (além das que já trazia de vidas passadas).
Estes núcleos psico-emocionais agrupam-se e interagem entre si formando nossa personalidade e nosso caráter, com toda a sua intrincada rede de controles e defesas, que estão sempre em função das duas pulsões atávicas básicas (que foram logo percebidas dor S.Freud): a busca do prazer e a evitação do sofrimento (que é recalcado mas continua vivo no inconsciente indo se manifestar nos níveis psíquico, emocional e fisico).
É como se tivéssemos constantemente um jogo de futebol acontecendo em nós: o time da Luz (os corpos energéticos equilibrados) e o time da sombra (os corpos energéticos em desequilíbrio). Nossa tarefa é “convencer” os jogadores da sombra a ir passando para a Luz, porque nossa natureza real é o equilíbrio, a harmonia, o desapego, a alegria, a força, o amor.  
Tudo o que não é esta natureza real é “fantasma”, crença,  energia na polaridade trocada.
Outro bom exemplo é usando a idéia das roupas:
 A cada experiência que passamos na vida, vestimos uma roupa energética.  
Se a experiência foi prazerosa, construtiva, vestimos uma roupa nova e limpa. Se a experiência foi dolorosa, traumática, vestimos uma roupa velha e suja.  
E vivemos cheios, abarrotados, pesados com estas diversas roupas.  
A cada experiência que vivemos, quando a mente/ego identifica a experiência presente com alguma roupa similar, do passado, esta roupa vibra sua qualidade - positiva ou negativa - como se aquilo fosse acontecer de novo.   
Falamos (brincando) que no Fogo Sagrado, tiramos as roupas sujas e velhas e as mandamos para a lavanderia do Ministério de Cristo que as devolve reformadas, limpas e passadas.
Os hindus chamam estas impressões psico-emocionais (os corpos energéticos) de samskaras (impressões) que vão gerar vasanas (nossas crenças, padrões e tendências).
Então vemos que as emoções são fatores altamente preponderantes em nossa vida. E nesse Universo dual, onde tudo são pares de opostos (lembra de Yin e Yang ?), não poderia ser diferente com as emoções.
As emoções são energias que também têm duas polaridades: por exemplo, quando falamos de medo também estamos falando de coragem ou de prudência; quando falamos de tristeza, falamos de alegria; quando falamos de raiva, falamos também de uma energia capaz de criar, de construir; quando falamos de ansiedade, falamos de calma, entrega e relaxamento; e do outro lado da angústia vive a confiança, a esperança e a ausência da culpa.
São as mesmas energias com suas duas polaridades.
As inúmeras vivências ao longo de nossa jornada pelas múltiplas existências, vão imprimindo e enraizando informações psico-emocionais – positivas e negativas, dependendo da qualidade da experiência vivida (que pode ser um grande trauma por um evento que só ocorreu uma vez, ou um padrão adquirido por uma repetição de eventos) - em nosso inconsciente, que vão formando nosso caráter, nossa personalidade, e vão frutificando (psico-somatizando) de diferentes maneiras: como desequilíbrios ou doenças físicas, psíquicas, emocionais, relacionais, profissionais ou sociais.
Este conjunto de informações psico-emocionais negativas – os corpos energéticos em desequilíbrio – são captados e manifestados pelo terapeuta canalizador para serem encaminhados e transmutados pela Egrégora para a polaridade positiva, equilibrada - o Corpo em Luz - e (re)encaminhados para o cliente como um Guardião com seu respectivo Mantra.  Muitos corpos energéticos atuam apenas no inconsciente produzindo sintomas, mas sem que a pessoa consiga  conscientizar a conexão entre o sintoma e a causa. Muitas vezes um desejo esconde uma necessidade, ou vice-versa.
Por outras vezes, experiências extremamente fortes (ou abundantemente repetidas), geram um complexo de corpos energéticos de defesa – como uma cebola e suas camadas - que escondem o núcleo da questão.
Com habilidade o canalizador e o dirigente vão limpando o campo até captarem o núcleo e encaminhar para o que seria, neste trabalho, a re-significação energética dos conteúdos.
Hoje a ciência já sabe que o cérebro não reconhece a diferença entre o que é passado e o que é futuro, mantendo assim, todos os nossos registros constantemente vivos e atualizados.
Para isto, o cérebro dá suporte aos corpos energéticos estruturando redes neuronais que vão gerenciar toda a fisiologia dos neuro-transmissores e hormônios e que vão manter vivos e atuantes - em nossa mente em nosso corpo - todos os registros passados.
Quando o canalizador capta um corpo energético, a rede neuronal que dava suporte àquele padrão ou crença começa a se desmontar.
Quando o cliente recebe o Corpo em Luz e trabalha com o Mantra, constrói uma nova rede neuronal que vai substituir a anterior e vai dar suporte aos novos padrões mais equilibrados e harmônicos que vieram com o Corpo em Luz.
Os orientais chamam a isto “criar uma segunda natureza”.
Os corpos energéticos são unidades psico-emocionais quânticas, constituídas de uma informação emocional (um “sentir”, ligado ao nível do corpo astral) com uma temática (a perspectiva do fato, ligado ao corpo mental).
Quando o canalizador capta o conteúdo e “devolve” o Corpo em Luz, ainda resta no inconsciente alguma memória – mais ou menos viva - do antigo padrão.
Se o cliente não trabalha com o Mantra, o trabalho de limpeza com certeza aconteceu, mas ninguém garante que ele não vá reconstruir novamente os velhos padrões, assim como uma pessoa que faz uma cirurgia e não toma os medicamentos indicados pelo médico, corre sério risco de adoecer novamente da mesma coisa.

O CORPO EM LUZ

Corpo em Luz é o nome que se dá à outra polaridade do corpo energético ou do conjunto de corpos energéticos que são manifestados numa sessão.
É a síntese do equilíbrio, da harmonia e da Luz oriundos da transmutação de todos os conteúdos que foram canalizados e encaminhados ao Ministério de Cristo.
O Corpo em Luz é uma entidade quântica, uma entidade egregórica pessoal, que se re-acopla em nós proporcionando um profundo upgrade interno e externo.
O Mantra é o nome do Corpo em Luz. É a síntese sonora, energética, vibratória e simbólica da função que ele executa.
Quando te chamam pelo nome, você atende. E quando você quer se chamar na Luz, você chama o nome do Corpo em Luz.

A FUNÇÃO DO MANTRA

Quando você tem que reformar um jardim ou uma horta,  primeiro arranca as ervas daninhas, prepara a terra, depois replanta novas mudinhas.
Durante algum tempo você tem que regá-las, e elas ficam murchinhas até pegarem. Daí pra frente a própria Natureza já cuida delas.  
O Mantra no Fogo Sagrado, é a água da rega na nova mudinha – o Corpo em Luz – que você replantou no lugar das ervas daninhas (os corpos energéticos).
Se você apenas replantasse as mudinhas e não regasse, provavelmente elas morreriam e as ervas daninhas voltariam.
Numa linguagem mais cibernética, o Mantra é o password que você recebe para acessar a versão atualizada do software que foi reinstalado no seu HD, que além do mais, estava com vírus e dando bug...  A senha te faz poder acessar o upgrade que foi feito. O Mantra é a forma de se “reenraizar” no inconsciente este upgrade energético que aconteceu.E numa linguagem mais poética, diríamos que o Mantra é a campainha com a qual você chama a você no andar de cima de você mesmo.
O Mantra é o nome da entidade quântica (o Corpo em Luz) - a síntese dos corpos energéticos que foram transmutados. É você mesmo no equilíbrio e na Luz.
Algumas vezes o Corpo em Luz que vem no final da sessão, vem como um Guardião geral do Ministério de Cristo, e o Mantra é o seu próprio nome.
O Mantra neutraliza o que pode acabar acontecendo quando você faz uma limpeza energética mas não trabalha o que originou o problema: em um primeiro momento dá uma despressurizada, uma leveza, mas depois os velhos padrões acabam tendo uma tendência a se reconstruir.   
No Fogo Sagrado quando o terapeuta canalizador capta e expressa corpos energéticos, estes conteúdos literalmente saem do campo de energia do cliente, mas continua vibrando no seu inconsciente a memória dos velhos conteúdos, que é sustentada no nível físico por teias de redes neurais no cérebro, que administram uma complexa química de neuro-transmissores e hormônios.   
Quando o Corpo em Luz volta para o cliente, ele precisa de um tempo de “enraizamento”, até que as teias neurais dos velhos padrões dê lugar a novas teias neurais que vão dar suporte aos novos conteúdos, crenças e padrões mais equilibrados e expandidos.
Imagine você com sua casa super suja, desarrumada e cheia de lixo. Aí você contrata uma empresa de limpeza, que limpa, organiza tudo e te dá uma vassoura e material de limpeza para você manterr, pois se você não conservar, a sujeira e a desorganização voltam.  
O Mantra é a vassoura e o material de limpeza que você usa para manter a casa limpa.
Este Mantra não é necessariamente para ser utilizado na Meditação (embora não tenhamos nada contra) nem para ser repetido mecânicamente o tempo todo.
O Mantra deve ser pensado ou repetido sempre que se perceber que se está incorrendo nos velhos padrões e crenças que foram trabalhados na sessão ou na Roda de Cura, justamente para colocar o complexo mente/emoções/ego conectados com o novo registro que foi trazido pelo Corpo em Luz.
Quando o Mantra cumpre sua função, ou seja, quando o novo padrão é enraizado, quando já existe uma rede neural no cérebro dando suporte para o conteúdo que voltou na Luz, o Mantra naturalmente se vai, assim como um remédio que você não toma mais quando fica bom de uma doença.
Na Mitologia Hindu, por exemplo, funciona mais ou menos da mesma forma que no Fogo Sagrado: os deuses são os Guardiões das qualidades universais – Shiva, é o deus da transformação e da meditação;  Krishna, o deus do Amor; Rama, o deus do Dharma; Saraswati, a deusa das artes e da Sabedoria, Lakshmi, a deusa da abundância material e espiritual, Ganesha é o deus que remove os obstáculos etc.  
Quando queremos entrar em contato com estas qualidades e virtudes, conectamos com os deuses através dos Mantras – nos Bhajans e Kirtans (cânticos grupais) ou na Meditação.   
Normalmente os Mantras hindus são os próprios nomes dos Deuses, e encerram em sua potência sonora vibracional e energética, as qualidades universais que os deuses expressam, fazendo um link direto com nossas próprias capacidades e potenciais.
Imagine, por exemplo, que bilhões de pessoas, há milhares de anos na India, vem intencionando, entoando, cantando, meditando, o mantra OM NAMAH SHIVAYA.
Imagine a energia egregórica produzida e mantida em todo o planeta, trazendo o poder da Transformação da Sombra em Luz e o foco na Meditação e no desapego (que são as principais qualidades de Shiva).  
Imagine esta energia egregórica inter-agindo com a poderosa inteligência diretora (Shiva) relacionada ao Mantra.   
Imagine estas duas forças inter-agindo com você, que já tem todas estas qualidades dentro mas não acessa, então direciona aos Deuses orações, mantras e meditações que retornam para você amplificadas pela Inteligência/Egrégora, numa eterna e perfeita espiral de crescimento.
O poder e a força do Nome de Deus é reconhecido em praticamente todas as religiões:  
No Pai Nosso diz : “... santificado seja o Vosso Nome...”.   
Os salmos e provérbios da Bíblia estão repletos da conexão com o nome de Deus.   
Na religião judaica nem se pronuncia o Nome de Deus (Yaveh), de tão sagrado que Ele é para os judeus. Existem outros nomes para chamá-Lo.   
No islamismo o Nome de Allah também é forte e muito importante na religião.   
No Hinduísmo, diz-se que na atual era universal (Kali Yuga, a era negra, a era do Ferro, onde a humanidade experimenta seu estado mais primitivo) a conexão com as outras dimensões e com as virtudes é tão bloqueado, que “Deus se faz presente na potência dos seus Santos Nomes”, e isso é amplamente aceito na Índia, independente da linhagem filosófica: Deus e Seu Nome são Um.  
E veja como é um ciclo interessante: os Sábios do passado canalizaram estas inteligências diretoras, suas funções, e formas de se fazer contato e de se interagir.   
As pessoas cultuaram estas inteligências como mitos antropomorfizados, e as “alimentaram” egregóricamente com intenção, cultos, mantras, canções, orações, meditações.
E ao interagir com estas inteligências, alimentando sua Egrégora, o homem acaba experienciando e realizando por ressonância, que ele também possui estas qualidades universais e que a inteligência do deus é a mesma que a sua – a  mesma eterna Consciência.
Respire seu Mantra, (re)incorpore suas qualidades. Os Mantras vem ajudar a lhe trazer aquilo que você já é.

O Ministério de Cristo e seus guardiões (clique aqui para ler a última parte do texto)

 

Ernani Fornari
Dharmendra


 
 
 
 
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